quarta-feira, 23 de março de 2011

Conselheiro Tutelar Baiano Comete Suicídio

Conselheiro Tutelar comete suicídio 
em Serrolândia-BA


Na manhã do dia 09/03/11, o jovem EVAM ALVES DOS SANTOS, de 30 anos, 1º suplente do Conselho Tutelar foi encontrado morto por volta das 9hs na Fazenda Caiçara. Que fica localizada na zona rural de Serrolândia-BA. O jovem que chegou a exercer a função de Conselheiro Tutelar no município e apresentava um quadro depressivo o que levou a cometer o suicídio. Familiares e amigos ficaram transtornados.

Segundo um comentário de um Serrolandense, EVAM pleiteava através de requerimento junto a Prefeitura Municipal de Serrolândia a ocupação da vacância do cargo de Conselheiro Tutelar devido a outro colega encontrar-se de férias, como determina a Lei, onde o Prefeito Gildo Mota indeferiu o requerimento de EVAN o impedindo de trabalhar, e assim entendendo que esse fato pode ter sido a grande causa dessa tragédia.

terça-feira, 22 de março de 2011

Campanha da Fraternidade


A Campanha da Fraternidade é uma das maiores iniciativas de evangelização da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) da Igreja Católica Romana.
Sempre realizada na quaresma (quarenta dias que antecedem a sexta-feira Santa), foi realizada pela primeira vez no ano de 1962 em Natal.
Em 1963, os Bispos da CNBB, reunidos para o Concílio Vaticano II, em Roma, decidiram que a Campanha da Fraternidade seria promovida em âmbito nacional. Ligada inicialmente ao Serviço Católico do Bem-estar e à Caritas Brasileira, em 1971 tornou-se Campanha Institucional da CNBB.
A CF não envolve apenas os organismos internos da Igreja Católica. Tem interessado hoje a pessoas, grupos sociais e políticos. Ganhou espaço na mídia. Despertou interesse de outras Igrejas. É copiada até mesmo fora do Brasil. Por ocasião de abertura da CF, na quarta feira de Cinzas, o Papa tem enviado anualmente sua mensagem.
A Campanha da Fraternidade é um excelente auxílio para bem vivermos a Quaresma. Com sua metodologia característica do Ver – Julgar – Agir, baseada, a cada ano, num Tema e num Lema, a Campanha da Fraternidade nos oferece uma ótima oportunidade para superarmos qualquer dicotomia entre fé e vida.
CF 2011
Tema: Fraternidade e a Vida no Planeta
Lema: "A criação geme em dores de parto" (Rom 8,32)

Objetivo Geral: Contribuir para a conscientização das comunidades cristãs e pessoas de boa vontade sobre a gravidade do aquecimento global e das mudanças climáticas, e motivá-las a participar dos debates e ações que visam enfrentar o problema e preservar as condições de vida no planeta.
O cartaz possui dois planos.
Ao fundo observa-se uma fábrica que solta fumaça, poluindo e degradando o ambiente, deixando o céu plúmbeo, intoxicado e acinzentado.
A figura do rio com a água escurecida e suja representa também a parte natural sendo devastada, influenciando no aparecimento das enchentes e no aumento do nível do mar, ações estas provocadas pelo ato errado do homem.
Em contraste a isso, vemos em primeiro plano uma mureta, onde em meio à devastação ainda existe vida. Nela, um pequeno broto e um cipreste (hera), com suas raízes incrustadas, criando um micro ecossistema, ainda insistem em viver mesmo diante de um cenário áspero. Sendo, portanto, referência ao lema:
“A criação geme em dores de parto” (Rm 8,22).
Apesar de todo o sofrimento que a criação enfrenta ao longo dos tempos, de todos os seus „gritos de dor‟ – a vida rompe barreiras e nos mostra que ainda existe esperança, representada pela borboleta, que mesmo com uma vida curta, cumpre o seu importante papel no ciclo natural do planeta.

Hino
Composição: Pe. José Antônio de Oliveira / Casimiro Nogueira
Endereço do áudio na internet: http://letras.terra.com.br/cnbb/1719014/
1. Olha, meu povo, este planeta terra:/ Das criaturas todas, a mais linda! Eu a plasmei com todo amor materno,/ Pra ser um berço de aconchego e vida (Gn 1).
Nossa mãe terra, Senhor,/ Geme de dor noite e dia. Será de parto essa dor?/ Ou simplesmente agonia?! Vai depender só de nós!/ Vai depender só de nós!
2. A terra é mãe, é criatura viva;/ Também respira, se alimenta e sofre. É de respeito que ela mais precisa!/ Sem teu cuidado ela agoniza e morre.
3. Vê, nesta terra, os teus irmãos. São tantos.../ Que a fome mata e a miséria humilha. Eu sonho ver um mundo mais humano,/ Sem tanto lucro e muito mais partilha!
4. Olha as florestas: pulmão verde e forte!/ Sente esse ar que te entreguei tão puro... Agora, gases disseminam morte;/ O aquecimento queima o teu futuro.
5. Contempla os rios que agonizam tristes./ Não te incomoda poluir assim?! Vê: tanta espécie já não mais existe!/ Por mais cuidado implora esse jardim!
6. A humanidade anseia nova terra. (2Pd 3,13)/ De dores geme toda a criação. (Rm 8,22) Transforma em Páscoa as dores dessa espera,/ Quero essa terra em plena gestação!

Deputados devem formalizar a criação de uma bancada católica


Na última segunda-feira (14), quatro deputados estaduais decidiram estimular a composição de uma bancada de parlamentares católicos para crer, pensar e agir conforme a práxis cristã.
O encontro reuniu inicialmente apenas legisladores petistas, entre eles, Yulo Oiticica, Maria Del Carmem, Luiza Maia e Neuza Cadore e ocorreu na Sala das Comissões da Assembleia Legislativa da Bahia. O segundo passo para formalizar a composição da bancada católica será a realização de um almoço na próxima segunda-feira (21) com a presença do coordenador da Pastoral da Comunicação da Arquidiocese de Salvador, padre Manoel Filho.

De acordo com Yulo, o objetivo é discutir, apresentar e aprovar propostas alinhadas com a defesa da vida, sem perder de vista, a opção, em especial, pelos pobres e jovens. “Isso reforça o compromisso cristão firmado na cidade de Puebla, no México”, relembrou Yulo, referindo-se às prioridades da Terceira Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano, em 1979. Os parlamentares ainda ressaltarem que pretendem ajudar na articulação da nova Igreja Católica do Centro Administrativo da Bahia.

O voto secreto nos parlamentos: vício ou virtude


O voto secreto nos parlamentos é uma prática antiga e que nos últimos anos passou a ser sistematicamente combatida e criticada por setores diversos da sociedade e do próprio parlamento. Tentaremos colocar e analisar os principais argumentos para emitir uma opinião que seja mais substantiva do que adjetiva e estabeleça parâmetros mais objetivos para esta discussão.

O principal argumento daqueles que defendem a existência do voto secreto nos parlamentos em determinadas situações (processos de cassação de mandatos quer de parlamentares quer do executivo, eleição de mesa diretora etc.), é de que o mesmo impede que outros poderes, o poder econômico, a imprensa ou outros setores da sociedade civil, exerçam uma pressão indevida e perniciosa sobre o parlamentar e o livram do temor de possíveis represálias.

Este argumento traz em seu cerne duas premissas. A primeira é: os parlamentares só podem exercer plenamente suas funções nas sombras, sem emitir, pelo menos nos momentos cruciais a sua opinião de forma clara e corajosa. A segunda é: o ordenamento político e jurídico do país não dá a necessária proteção ao parlamentar para que ele possa externar as suas posições, pois, em tese são as posições que apresentou aos eleitores no período eleitoral. Ou seja: a democracia brasileira não é suficientemente robusta para que os parlamentares possam exercer suas funções conforme os seus compromissos, valores e consciência.

A primeira premissa é além de falsa, ofensiva ao parlamento e aos parlamentares. Já a segunda não se sustenta na realidade da nossa vida política, pois, a democracia brasileira, apesar das muitas imperfeições é robusta. Graças aos imensos sacrifícios que o povo brasileiro suportou para garantir a liberdade e a democracia.

O argumento central para aqueles que propõem o fim do voto secreto nos parlamentos é: o parlamentar é um representante, isto é, ele está no parlamento em nome de uma série de eleitores e o voto secreto retira a prerrogativa dos representados de saber qual a posição do seu representante sobre assuntos cruciais. A validade deste argumento para a atual situação da política brasileira é óbvia, já que vivemos num período de democracia plena, embora imperfeita. O voto secreto nos parlamentos é aceitável em tempos autoritários, onde a tortura e o assassinato são utilizados para calar as vozes e consciências.

Em tempos de democracia, como os atuais, o voto secreto nos parlamentos é uma excrescência, pois, ao invés de proteger os parlamentares que lutam pela liberdade, em verdade favorece os negócios escusos de alguns que barganham o voto que o povo lhes concedeu por vantagens espúrias e benesses injustificáveis. O voto secreto no parlamento brasileiro é uma afronta a democracia brasileira.

*Yulo Oiticica é deputado estadual e líder da bancada do Partido dos Trabalhadores da Assembléia Legislativa da Bahia

A Esperança é Baiana!


Há 31 anos um novo modelo partidário provoca o mundo com uma visão de homens e mulheres comuns: o Partido dos Trabalhadores. Um olhar que torna as pessoas não somente mais ricas e mais livres, mas, também mais engrandecidas. Trata-se de uma nova opção para a humanidade, um novo marco civilizatório, que a partir de 2002 ganhou uma dimensão capaz de mostrar aos demais países como é possível promover uma revolução democrática sem negar a soberania de todos os povos.

Na Bahia, particularmente, a partir de 1999, surgia uma bancada estadual composta por seis deputados, que buscou incessantemente promover essa revolução democrática a partir dos princípios regidos por um partido que encontrou na diversidade a sua razão de ser. Entre os parlamentares, Zilton Rocha, Moema Gramacho, Luiz Bassuma, Zé das Virgens, Paulo Jackson e o nosso mandato, que após quatro eleições, permanece no legislativo baiano. Uma bancada tão coletiva quanto o exército de um homem só comandado pelo primeiro parlamentar petista da Bahia: Alcides Modesto.
Em 2006, no curso das mudanças perpetradas pelo país, os baianos optam pelo caminho da esperança. Na oportunidade, liderei a bancada do PT, tendo a tarefa de reverberar no âmbito do legislativo estadual as palavras de uma nova ordem, em uma perspectiva realista, mas, sem perder de vista a utopia de qualquer ideia nova.

Nasceu um realismo utópico a partir das iniciativas dos grupos oprimidos no estado que, em um lugar onde parecia ter desaparecido a alternativa, construiu, um pouco por toda a parte, alternativas locais que tornaram possíveis o sonho comum de uma vida digna e decente para todos os baianos: Vitória da Conquista, Pintadas, Alagoinhas, Senhor do Bonfim, algumas das cidades que tiveram a chance de colocar em prática o jeito petista de governar. Finalmente, é eleito no primeiro turno o governador Jaques Wagner.

Após quatro anos são renovadas as esperanças. De 10 petistas na Assembleia Legislativa da Bahia, o partido saltou para 14, tendo como a principal tarefa recuperar a esperança de um governo ainda melhor. E recuperar a esperança significa, neste contexto, alterar o estatuto da espera, tornando-a (a esperança) simultaneamente mais ativa e mais ambígua, porque, a esperança não reside no princípio de quem aguarda o futuro. Ela reside antes, na possibilidade de criar novos campos de experimentação social onde seja possível resistir localmente sem perder a ternura de quem reconhece os avanços, mas sabe que precisa ir mais além.
 
Disse Marx que cada sociedade só se coloca em cada época os problemas que pode resolver. Compreendo as razões que levaram Marx a tal afirmação, mas discordo. O que faz mudar as sociedades e as épocas é precisamente o excesso de problemas que aparecem em relação às soluções que tornam possíveis. Hoje, sabemos melhor aquilo que não queremos. Resta traçar agora aquilo que queremos. Todos nós.

Para alcançar tais objetivos, superar os desafios do governo e ajuda o governador Jaques Wagner, é preciso revalorizar a solidariedade dentro e fora do partido. A solidariedade é uma forma específica de poder, um contraponto ao modo colonialista de governar. O colonialismo político consiste na ignorância da reciprocidade e na incapacidade de cada partido conceber o outro.
A solidariedade é obtida no processo, sempre inacabado, de nos tornamos capazes de reciprocidade e perceber os interesses dos outros. Nos três poderes, mas, especialmente, entre o legislativo e o executivo, a palavra de ordem será a solidariedade. E a base desta esperança é uma idéia de nós mesmos, petistas. Um partido para o poder e não o poder para o partido.

É nossa tarefa aperfeiçoar o Topa, o Água para Todos, a internação domiciliar, o Trilha, o ronda nos bairros, assim como, rever o papel dos Centros Sociais Urbanos, das Casas de Medidas Sócio-Educativas, dos Centros de Cultura, da TVE, das Diretorias Regionais de Educação e Saúde, e de tantas novas tecnologias sociais e institucionais promovidas ou inacabadas por este governo.

Não basta, para nós, suavizar o que não souberam modificar ou refazer, nem justificar práticas compensatórias. Porque, de nós, todos nós, para todos nós, não é dado, como diria o presidente Lula, o direito de errar. E aos homens e mulheres de esquerda da Bahia a maior tarefa de todas: governar o maior estado petista do país, porque, daqui, pode emergir a civilização que o mundo inteiro espera...

*Yulo Oiticica é deputado estadual e líder da bancada do PT na Assembleia Legislativa da Bahia
YULO OITICICA

segunda-feira, 14 de março de 2011

Deputado Yulo Parabeniza Governador Mangabeira

do-governador-mangabeira-menor.jpg

Governador Mangabeira 49 anos de Emancipação Política , 14 de março de 2011.


Salve Governador Mangabeira, terra de gente feliz, terra que antes quando Cabeças produziu muito fumo, o que alavancou a sua emancipação, financeiramente falando; Terra do grande cultivo de laranja e mandioca, terra cortada pela BR 101, pelo Rio Paraguaçu. Terra que homenageia a antiga Vila, com a Fonte das Cabeças; terra das realizações de micaretas nos anos passados, das realizações das festas de Reis, onde o povo rezava, cantava, sambava, comia e bebia até o raiar do dia; Mas que nos últimos anos ainda busca a sua identidade econômica e cultural, que foram sendo deixadas pela busca de interesses pessoais;
Ó Governador Mangabeira, terra de tantas personalidades importantes para a concretização do sonho daquele povo da Vila das Cabeças, que era o de sua Emancipação. Terra mãe de tantos filhos ilustres sejam esses: Garís, Advogados, Professores, Médicos, Doutores, Pedreiros, Carpinteiros, Padeiros, Motoristas, Comerciantes, Operários, Estudantes, Agricultores, Fumageiros, Donas de Casa e tantos outros; Terra mãe orgulhosa pelos seus filhos Padres e Freiras; Terra mãe de aproximadamente 20.000 filhos, homens e mulheres guerreiros (DHANDARA), negros e brancos, gordos e magros, crianças, jovens, adultos e idosos, terra mãe de tantos filhos que moram fora. Terra mãe  que acolhe filhos de outras terras e os adotam como mangabeirenses.
Que bom ó Governador Mangabeira, quando todos os teus filhos tiverem oportunidades iguais; Quando os pais de família não mais precisarem buscar o sustento tão longe deixando de acompanhar o crescimento de seus filhos, filhos esses que são criados pelos avós.
 Mesmo com as dificuldades enfrentadas, pelas lutas e conquistas, desde a antiga Vila: Parabéns ó Governador Mangabeira, terra Visitada pelos Santos Reis, abraçada pela Santa Cruz, unida feito Cosme e Damião, união esta que a todo instante serviu para fazer o bem; terra de doação assim como Maria, que se faz presente em nossa cidade através, de Nossa Senhora das Candeias, Rainha da Paz, Aparecida, do Rosário e se reluz de forma Imponente sob o título de Nossa Senhora da Conceição, escolhida para ser Padroeira desta nossa terra; Terra da fidelidade de Santa Luzia, pureza de Santa Terezinha e da doação de Madre Tereza.
 Ó Governador Mangabeira, terra humilde feito Santo Antonio, que também foi Doutor, mas soube utilizas os seus conhecimentos para servir à todos sem distinção, terra firme pelas pilastras Pedro e Paulo, guiada por Deus e São Cristóvão, terra dos BONS: Bom Jesus da Lapa, Senhor do Bonfim, do Bonsucesso. Terra que nos carrega no colo desde pequenos, feito São Benedito. Terra vigiada por Anjos e Arcanjos (MIGUEL). Terra protegida da peste por São Roque e de tantas vitórias, feito Cristo Redentor.
Ó Governador Mangabeira, tu és o que é, por ter a Benção do Espírito Santo, que este mesmo Santo Espírito, te conduza a muitas conquistas e vitórias para o seu povo poder comemorar nos próximos anos.